Pela segunda vez em 7 anos, Guanhães tem afastamento de prefeito eleito por problemas com a justiça
- guanhaesemfoco
- 8 de abr.
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Atualizado: 15 de abr.

Terça-feira, 7 de abril, entrou para a história de Guanhães mais uma vez de forma negativa no campo da política.
Por força de uma intimação judicial do Ministério Publico (MPMG-comarca de Guanhães), a Câmara municipal teve de decidir pelo afastamento de um prefeito eleito. É a segunda vez em 7 anos.
Em 2017, Geraldo José Pereira, o Ladinho, foi cassado por improbidade administrativa e abuso de poder político. À época, foram convocadas novas eleições que elegeram Dóris Campos (PDT), então vereadora.
O prefeito afastado, Evandro Lott (Republicanos), sobre quem pesa condenação por improbidade quando era presidente da Câmara, em 2018, está preso desde 4 de abril, após denúncias de violência doméstica feitas pela ex-esposa.
Segundo os órgãos de justiça, há outras linhas de investigação sobre o prefeito, envolvendo prejuízo ao erário, que correm em sigilo e que por isso ainda não foram divulgadas.
Enquadrado na Lei Maria da Penha, Lott continua preso e, agora, afastado por 90 dias do cargo. Em seu lugar foi empossado o vice, Paulo de Tarso (do mesmo partido) que já havia anunciado rompimento com a gestão de Lott no início da gestão, em março de 2025.
Defesa
A defesa do prefeito fala em recorrer da decisão judicial e afirma que tudo não passa de um mal entendido. “O que há é apenas mensagem de whatsApp”, disse o advogado em entrevista.
Requerimento
Na mesma sessão, os vereadores André Luiz (PT), Claudiana Azevedo (PDT) e Epifânio Junior (PODE) apresentaram requerimento ao prefeito empossado, solicitando explicação sobre a falta de medicamentos na farmácia municipal e também atraso nos proventos de servidores. entre outros.




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