Cultura: guanhanenses têm textos selecionados por revista literária
- guanhaesemfoco
- 21 de jun.
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Atualizado: 22 de jun.

Luís Carlos Pinto, Antônio Geraldo de Jesus (Toninho) e Marcia Rocha tiveram seus textos selecionados para a segunda edição digital da revista Guerrilha Literária que tem como tema Anatomias políticas: corpo, subjetividade e identidade.
Militante da educação, o professor Luís Carlos foi selecionado com dois textos: Não, não é doença, crônica em que aborda a profissão de professor como uma das que mais sente o peso das atribuições impostas aos trabalhadores na sociedade moderna; e o miniconto A noite se recusava a acabar, uma breve imersão na literatura como cura de algo que nos aprisiona.
Ativista nas lutas contra o racismo e contra a homofobia, e também professor, Toninho foi selecionado por Continuarão nos matando, crônica em que destaca os impactos do racismo à população negra, pobre e periférica de uma saciedade brasileira marcada pelo preconceito e pela desigualdade racial.
Já a professora e escritora, Marcia Rocha, foi selecionada pelo texto Mulher negra racializada, luta e beleza. Há décadas vivendo nos EUA, Márcia se considera uma mulher preta lutadora. Em seu perfil nas redes sociais, apresenta-se como “a filha da Raimunda", a fim de manter os laços com a cidade natal.
Silêncio e Cicatriz
Criada por um coletivo independente de Governador Valadares, a Guerrilha Literária, que tem como lema “O mundo quer o seu silêncio, a Guerrilha quer a sua cicatriz”, foi lançada oficialmente em fevereiro deste ano com o objetivo de democratizar a escrita e sua publicação utilizando-se do meio digital.
Publicação
A segunda edição do periódico digital, com os textos dos três escritores guanhanenses, será publicada no final de junho (30).








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